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Autismo, políticas públicas e cannabis medicinal



Moça triste vista pela janela

Há pouco tempo assistimos à notícia da mãe que matou o seu filho autista e depois tirou a própria vida, tal o estado emocional em que se encontrava, após anos de sofrimento, sem ajuda. Quantas mães estão hoje nessa situação no Brasil? Quantas famílias estão sofrendo hoje sem necessidade?

frasco de fitoterápico

É fato, a ciência e a medicina comprovam que os tratamentos com fitoterápicos extraídos da planta da cannabis obtém melhores resultados sem efeitos colaterais. Também é fato que os tratamentos com opióides atrofiam os neuroreceptores ocasionando graves danos colaterais.

prédio do congresso em Brasilia

As políticas públicas começam aos poucos a reconhecer a eficácia da cannabis medicinal, obrigando o SUS a fornecer a medicação. Mas não autorizam as associações e os agricultores de produzirem seus medicamentos, quanto menos apoiar o desenvolvimento destes trabalhos no Brasil.

Bonecos de papel recortados dando as mãos

Frente a incapacidade do estado para resolver essa situação surgiram comunidades de pais, mães, familiares de crianças autistas e associações que vem cumprindo um papel que seria obrigação do estado.

A união e a força conseguem aos poucos levar qualidade de vida a todo o entorno do paciente. Não tem sido fácil o caminho trilhado por estas pessoas. Assim como na política, na sociedade também vemos como só aqueles que realmente são afetados tentam ajudar.


Pessoas de diferentes raças de mãos dadas

Empatia para a causa autista!

Empatia aos grupos de mães, pais e familiares de crianças autistas!

Empatia com as associações, que mesmo perseguidas, discriminadas e sem ajuda, continuam seguindo em frente.

As necessidades se multiplicam, o sofrimento não para, mas a nossa luta continua. Você já ajudou uma criança hoje?


VICTOR HUGO BOSIO.

Presidente da Associação Sonho Verde Brasil

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